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Costurando contos narrados – primeiras linhas

Quando a gente abre um livro de figuras e textos, o que a gente vê? Imagens que contam o texto? Textos que detalham imagens? Ou um jogo entre imagem e texto que contam algo?

Quando a gente abre um livro de figuras, o que a gente vê? Uma histórias sendo contada? Rabiscos? Cores? A gente vê a folha que vira? O papel que se dobra e desdobra? A gente vê, o quê? Essa paisagem de papéis que correm em nossa mão e viram histórias? Ou serão memórias?


Quando a gente abre um livro, o que a gente vê? O livro? Talvez. E o que o livro livra, se o papel já está solto há muito quando o eucalipto já passou a não mais ser? O livro liberta a gente? O livro liberta? O livro lê a gente? Quem está lendo, eu a história de outrem? Ou o livro lendo a minha história ao virar as suas folhas páginas?

Rabisco de uma versão do conto ‘a menina e a árvore’, coletivo mínimo diário.


— Se eu for ser didático o projeto seria isto aqui:

O projeto COSTURANDO CONTOS NARRADOS busca construir um diálogo entre o texto escrito, o texto visual, o objeto livro e a emergência de elementos a partir desse encontro. Embora, para nós o primordial desse jogo é a dinâmica estabelecida entre essa escrita registrada com a escrita inventada pelo leitor desse mundo. Permita-se! Tudo é travessia. —

Se eu for ser sincero o projeto é aquilo escrito a cima. Carlos Vinicius Bressan – artesão e poeta do coletivo mínimo diário.

O projeto recebe apoio da Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo, pelo programa VAI-2015.

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​mínimo diário, coletivo de outras artes-histórias

primavera de 2020, em são paulo de piratininga

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