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Encontros oficineiros entre linhas e história

O que pode esse único encontro? Ele deve poder algo? Ele deve querer poder algo? Afinal, que educação se propõe o fazer oficineiro?

Alegria é conversar. E foi isso que vivemos no dia 24 de janeiro, durante o II Congresso Artes-manuais na Academia, quando articulamos a conversa “Encontros oficineiros entre linhas e histórias”, com a presença de Lúcia Rosa, do Dulcinéia catadora, e de Rodrigo da Silva, artista e educador. Além disso, participamos com a mediação, feita pelo vinicius, e as histórias do coletivo compartilhadas por Ana e Paulo. Fizemos uma conversa a tramar nossos processos com arte e educação.



Inquietação de dizer encontro oficineiro


A ideia da roda nasceu de algumas inquietações do coletivo: O que pode um encontro? Com nossa caminhada, percebemos que o foco desse fazer outras artes-histórias é a construção de encontros. Chamamos encontros oficineiros os momentos nos quais um grupo de pessoas se reúne e foca sua atenção em fazer coletivamente um exercício compartilhado. Muitas vezes nos encontramos apenas uma vez com as pessoas com as quais compartilhamos esses fazeres, saberes e sentires. Dessa percepção brotam perguntas: O que pode esse único encontro? Ele deve poder algo? Ele deve querer poder algo? Afinal, que educação se propõe o fazer oficineiro?

Chamamos encontros oficineiros os momentos nos quais um grupo de pessoas se reúne e foca sua atenção em fazer coletivamente um exercício compartilhado.

Nosso caminho tem se dado entre as linhas das produções artesanais e as histórias que contamos, ouvimos e acontecem quando estamos presentes. O que fica afinal desse fazer educativo? Ele deve algo? A ideia não foi de modo algum buscar respostas para essas perguntas, mas sim caminhar conjuntamente através de experiências.

Estar junto na troca de experiências


E como os encontros abrem outras possibilidades, compartilho algumas anotações feitas durante a conversa. Chamou atenção como o uso de materiais nem sempre vistos como artísticos ou úteis podem ser uma possibilidade de abertura para outras experimentações, Lúcia falou do uso do papelão feito pelas editoras cartoneras; e Rodrigo compartilhou suas experiências e de seus alunos com materiais diversos como filtros de café, com seu cheiro e texturas, e cacos de vidro e pedras, como possibilidade de som.


Também falamos e compartilhamos momentos em que nos deparamos com a autonomia do fazer e também com a histórias que caminham junto, compartilhando nossos diários de processo, seja em slides ou em livro com peso e tudo.


Também quero destacar a percepção de quantos sentidos podemos experimentar nos fazeres, falamos do tato e da visão, mas também experimentamos os demais sentidos da audição, do paladar e do olfato. Quais possibilidades eles nos abrem?


Uma roda de conversa


Depois de compartilhar um pouco do que foi, te convidamos a assistir a roda de conversa “Encontros oficineiros entre linhas e histórias” e prosear um pouco com a gente!


Comente e vamos continuar essa roda! :)


Agradecemos o convite para mediar essa roda feita pela pós-graduação artes-manuais para educação.


vinicius

ME AVISA


Para RECEBER UM AVISO das vagas para nossas oficinas, acesse: http://minimodiario.com.br/meavisa

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