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Aguaceiro – uma escrita entre livros esquisitos

Atualizado: Nov 19

Ofício-oficineiro

Durante a vivência no Sesc Belenzinho em janeiro de 2020, abrimos caminhos, aprofundamos vontades, fomos ao encontro das limitações de cada um. Mínimo diário estando ofício-oficineiro, lidamos com os erros y as possibilidades de efetivação do nosso trabalho durante cada encontro.

Entre o oferecimento das oficinas, nos surgiam dúvidas quanto aos métodos utilizados, na disposição y dinâmica do espaço y materiais, ao mesmo tempo em que nos possibilitavam afirmar posicionamentos y ações compartilhadas enquanto coletivo mínimo diário.

Como atua o corpo-oficineiro? Em qual medida nos aproximamos dos participantes? Até onde intervir em processos de invenção? Como agir diante uma atitude que possa ser desrespeitosa com o grupo e/ou individualmente?

Quais os efeitos do que estamos produzindo? Inúmeras questões que nos movem enquanto coletivo que propõe experiências de invenção em grupo.

Oficinas, afetos de múltiplas maneiras

A cada grupo que se forma, uma vivência diversificada y única, a disponibilidade dos participantes, materiais sugeridos, nosso corpo-oficineiro do dia y a disposição do espaço são fatores que impactam no processo oferecido.

Nos atentamos aos detalhes, conversas durante as feituras, rabiscos despretensiosos, modos de fazer e se apropriar dos materiais ofertados, olhares que são trocados ou a ausência deles. Ao longo das oficinas somos afetados de múltiplas maneiras, por vezes nos são exigida respostas rápidas, espaço corpos-pensantes produzindo atos contínuos.

Oficinas são nossos campos de ação, corpos atuando sobre si y em consonância com outros, no momento em que as pessoas entram em conflito emerge a possibilidade de afirmarmos potência, produção de gestos políticos.

mínimo diário arrisca que o domínio é impossível, fluxos brotam, são VIDA, gritam graciosamente em nossos ouvidos, potência de vidas PULSANDO.

Cabe a nós, escutar y nutrir a invenção, água para vazar a vida!

ana y

inverno de 2020/ são paulo de piratininga

Este é o terceiro e último texto da série de memórias a partir da experiência de oficinas Livros-esquisitos no Sesc Belenzinho, no mês de janeiro de 2020. Leia também os dois textos: Espaços lembrados y Evocar memórias.

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​mínimo diário, coletivo de outras artes-histórias

primavera de 2020, em são paulo de piratininga

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